543 atletas, 1.104 lesões (média 4,5/pessoa) — perna, tornozelo e lombar lideram em calistenia
1. Instituição e origem: McDonald-Wedding et al. (Monash University, Austin Health, Austrália) publicaram survey transversal (PMID 37252647, DOI 10.2147/OAJSM.S394044).
2. O que o estudo queria responder: Qual prevalência, padrão anatômico e fatores objetivos de lesão em praticantes de calistenia?
3. Quem participou: 543 respondentes online (2020); três lesões mais significativas detalhadas; regressão multivariada para contagem.
4. Como foi feito: Questionário sobre demografia, carga e histórico; mecanismos overuse, skill com extensão lombar/MMII.
5. Duração: Recall sobre carreira na modalidade — não prospectivo de uma temporada.
7. O que os resultados mostraram: Média 4,5 lesões/pessoa; 74,3% exigiram tratamento/modificação; 3,4 semanas afastamento. (a) Coxa 24,5%, tornozelo/pé 22,8%, lombar 19,3%; 56,3% entorses. (b) Overuse 38%, skills 38,9%. (c) Mais lesões com mais anos, perna esquerda dominante, mais horas, time estadual (p<0,05).
8. O que o estudo não responde: Associação, não causalidade; viés de conveniência em redes sociais.
9. Aplicação prática: Progrida skills com core preparado; distribua volume; reduza carga se dor >24 h; periodização para competitivos.
10. Ponto de atenção: Auto-relato online — orienta vigilância clínica, não epidemiologia nacional.
11. Uma frase para levar: Calistenia cobra MMII e lombar quando skills avançam rápido — respeite preparação e simetria.
Referência
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37252647/
Conteúdo educativo, não substitui avaliação ou orientação de profissional de saúde. Consulte um profissional antes de iniciar treino, dieta ou suplementação.
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